Por um momento eu congelei na vida
Eu tentei agarrar o tempo
Aquele momento retido
Revelou o meu destino
Outrora você era uma estrela brilhante
Eu te observava de campos distantes
A mais luminosa de todas
Descendo para encarar sua queda
Como eu posso dormir?
Quando eu não sei se eu vivo ou sonho
E como eu posso chorar?
Quando eu não sei se a dor que eu sinto é real
Eu estou atento a queda
Eu estou cedendo a tudo
Eu observo o declínio do sol
Por um último encerramento
O pôr-do-sol compartilha meus pensamentos de você
A lua de inverno também te lamenta
Você ainda continua para mim
Um mistério pendente
Vozes estão chamando além do amanhecer
Onde a vida e o sonho parecem um só
Momentos e eras passam diante de seus olhos
Enquanto você permanece congelada na vida
Os anos se passaram agora, desde que você desistiu
De viver no mundo
Esperando sua força lá, atenta a queda
Para pôr um fim nisso tudo...
domingo, 10 de agosto de 2008
Charles Chaplin - Hoje
Hoje levantei pensando no que tenho a fazer
antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia terei hoje.
Posso reclamar que está chovendo
ou agradecer as águas por levarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro
ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças,
evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado o que eu queria
ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico
ou agradecer a Deus por ter teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos
ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saírem como planejei,
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente, esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar a forma.
Tudo depende de mim.
antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia terei hoje.
Posso reclamar que está chovendo
ou agradecer as águas por levarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro
ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças,
evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado o que eu queria
ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico
ou agradecer a Deus por ter teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos
ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saírem como planejei,
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente, esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar a forma.
Tudo depende de mim.
domingo, 13 de julho de 2008
Outro Lado da Vida - Mamonas Assassinas
Vejo as pessoas que me cercam
Tudo é alegre entre eles
Sinto que me falta algo
Prá que eu possa sentir esse outro lado da vida
Minha vida tem varias faces
Mas eu me encontro tão só
Sinto que vivo uma cópia
De um sofrimento
que nunca senti
Se não tivesse me iludido
Teria sido melhor pra mim
Nem tudo que passou
Se pode explicar
Minha mente está confusa
Tudo gira dentro de mim
Como numa tempestade
E o dia se torna tão chato
Fico a falar com as paredes
Os meus amigos não podem me ver
Como é difícil encontrar
Esse outro lado da vida
Talvez não seja só sofrimento
Fico sonhando acordado
Mas meus amigos não podem me ver
Como é difícil encontrar
Esse outro lado da vida
Se não tivesse me iludido
Teria sido melhor pra mim
Nem tudo que passou
Se pode explicar
Minha mente está confusa
Tudo gira dentro de mim
Como numa tempestade...
Tudo é alegre entre eles
Sinto que me falta algo
Prá que eu possa sentir esse outro lado da vida
Minha vida tem varias faces
Mas eu me encontro tão só
Sinto que vivo uma cópia
De um sofrimento
que nunca senti
Se não tivesse me iludido
Teria sido melhor pra mim
Nem tudo que passou
Se pode explicar
Minha mente está confusa
Tudo gira dentro de mim
Como numa tempestade
E o dia se torna tão chato
Fico a falar com as paredes
Os meus amigos não podem me ver
Como é difícil encontrar
Esse outro lado da vida
Talvez não seja só sofrimento
Fico sonhando acordado
Mas meus amigos não podem me ver
Como é difícil encontrar
Esse outro lado da vida
Se não tivesse me iludido
Teria sido melhor pra mim
Nem tudo que passou
Se pode explicar
Minha mente está confusa
Tudo gira dentro de mim
Como numa tempestade...
domingo, 6 de julho de 2008
Thalion - Atmospheres (tradução)
"hoje aqueles dias ásperos, frios e longos parecem tão distantes, agora eles permanecem apenas como más lembranças, ou uma parte de mim que agora foi deixada para trás, ou pelo menos deveria ter sido, apesar de que nada que é realmente importante é deixado para trás", escreveu liv em seu diário em uma tarde de outubro de 2004; ela franziu a testa enquanto ela escrevia algo mais duro, ou tentava se lembrar de um sentimento mais profundo.
"eu não consigo entender o que aconteceu comigo desde o inverno de 1988 até o outono de 2000. eu apenas consigo lembrar que eu não conseguia diferenciar a alvorada do por do sol. uma sensação ruim dentro de mim tomou conta de meu corpo e me fez entrar em desespero; um temor de ter medo, de apavorar minha alma cada vez mais". ela prendeu a respiração por um momento e depois de suspirar ela continuou a escrever.
"eu gostaria de contar este pesadelo, que anteriormente era obscuro, chamado de vida que gradualmente tornou-se claro, preenchendo meu coração de esperança. apesar de tudo, tudo que eu precisava era compreender como lidar com os obstáculos de meu destino e ser corajosa para enfrentá-los, e agora talvez eu possa". liv apoiou seu braço sobre a mesa, fez alguns estranhos gestos com suas mãos e disse algumas palavras para si, que eram meros suspiros:
"das pontas de meus dedos saem cores
Que me levam a outra dimensão
E abrem meu livro das sombras
Pela última vez."
"eu não consigo entender o que aconteceu comigo desde o inverno de 1988 até o outono de 2000. eu apenas consigo lembrar que eu não conseguia diferenciar a alvorada do por do sol. uma sensação ruim dentro de mim tomou conta de meu corpo e me fez entrar em desespero; um temor de ter medo, de apavorar minha alma cada vez mais". ela prendeu a respiração por um momento e depois de suspirar ela continuou a escrever.
"eu gostaria de contar este pesadelo, que anteriormente era obscuro, chamado de vida que gradualmente tornou-se claro, preenchendo meu coração de esperança. apesar de tudo, tudo que eu precisava era compreender como lidar com os obstáculos de meu destino e ser corajosa para enfrentá-los, e agora talvez eu possa". liv apoiou seu braço sobre a mesa, fez alguns estranhos gestos com suas mãos e disse algumas palavras para si, que eram meros suspiros:
"das pontas de meus dedos saem cores
Que me levam a outra dimensão
E abrem meu livro das sombras
Pela última vez."
Extreme Dream (tradução) - Angra
Vivendo um sonho apenas uma noite
Sinto como se fosse o último dia de minha vida
Vagando em algum lugar apenas por um tempo
Quando todos os sentimentos adormecem por dentro
Aqui vamos nós, marchando adiante...
Inconsciente e distante deste mundo
Estamos conhecendo os fundamentos de tudo
Em uma experiência extrema
Não precisamos de prova para crer
Aqui vamos nós, marchando adiante
Enterrados fundo na areia...
Eu reconheço este lugar
Todos esses rostos, todas essas cenas
Apesar de estar sempre aqui
É um lugar que nunca estive
(Como sempre)
...é tão extremo
Meu sonho sem fim...!
Sinto como se fosse o último dia de minha vida
Vagando em algum lugar apenas por um tempo
Quando todos os sentimentos adormecem por dentro
Aqui vamos nós, marchando adiante...
Inconsciente e distante deste mundo
Estamos conhecendo os fundamentos de tudo
Em uma experiência extrema
Não precisamos de prova para crer
Aqui vamos nós, marchando adiante
Enterrados fundo na areia...
Eu reconheço este lugar
Todos esses rostos, todas essas cenas
Apesar de estar sempre aqui
É um lugar que nunca estive
(Como sempre)
...é tão extremo
Meu sonho sem fim...!
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