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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Tristania - Amnesia (tradução)

Eram palavras muito vagas
Desarmadas e desesperadas
Mas depois de todos seus clamores
Eram inflamáveis

Então você escorrega para o fogo
Estou vendo isso acontecer

Ajuda sincera
Desgraçada e desolada
Tão alterada e frágil
É tudo evidente

As palavras passam através
do imperdoável
Os olhos não podem esconder a dor
E ela ainda anseia
Se soltar

Definhando-se e definhando
É a última coisa que lembro
Encharque as brasas com seu combustível
Seu pavor é seu defensor

Fingindo seu amanhã
A vida é boa para o fingidor
Nossas preciosas lembranças
São quebradas e desmembradas

Vamos usar as mentiras que compartilhamos
Futuro perdido, verdade ou desafio

Então você escorregou para o fogo
Eu estava vendo isso acontecer

terça-feira, 14 de julho de 2009

Tristania - Angellore (tradução: Sabedoria Angelical)

Quanto o verão acaba - fuja meu anjo
Ventos de inverno podem te levar para longe
Através do horizonte pálido
Eu me protejo em silêncio sobre os sonhos
Para seu coração ainda irrecuperável

Abrace meu sangramento
Está nos olhos dela
Coração Elysiums
Está no coração dela
O mesmo paraíso que um dia eu conduzi ao caminho errado

Abrace meu sangramento
Está nos olhos dela
Coração Elysiums
Está no coração dela
Os mesmos encantadores caminhos que uma vez eu senti em mim

Sabedoria angelical... venerada ao anoitecer
Por ti eu ascendi
Agora desço... todo só
Ascenda por mim... acalme meu coração
Tão vasto um mar
Possa eu superar...

Na noite um anjo se perde
Tão perdida, coberta de lágrimas e perdida no caminho
Tão baixo quanto o horizonte pálido
Sua vela está morrendo enquanto ela procura por mim
Através de um mar tão vasto

Abrace meu sangramento
Está nos olhos dela
Coração Elysiums
Está no coração dela
O mesmo desejo que eu sentia queimando em mim...

Ascenda por mim... acalme meu coração
Tão vasto um mar
Possa eu superar...

Tão profundo quanto o mar
Onde os sigilos são enterrados
Por um sonho uma vez desejado
Apesar de prever, meu coração tristonho regressou
Não consigo cruzar um mar tão vasto

domingo, 12 de outubro de 2008

Tristania - In the Wake (Tradução)

Nunca realmente soube quando parou
Nem quando começou
Apenas uma cadeia de acontecimentos
Anos flutuando
Dias passando
Caindo dentro e fora da loucura
Caminhando no precipício
Fingindo
Fingindo força
Escondendo por atrás de sorrisos
Nunca soube totalmente quando morreu
Nem quando foi rasgado
Apenas uma cadeia de idéias ruins
Anos flutuando
Dias passando
Você pode pensar que o tempo fica parado, ele não fica
Ele desaparece
Na esteira
Qualquer sentido que isso fizer
Nós nunca aprendemos de nossos erros
Qualquer conforto que possa trazer
O nada abraça tudo

domingo, 5 de outubro de 2008

Midwintertears (tradução)Tristania

Sombra lançada sobre meu coração
Escurece... tuas gélidas lágrimas de solstício de inverno
Condenada a lamentar em silêncio
O pálido nascer da lua em seus olhos
Serenos... como um córrego congelado
A beleza fluente em tuas lágrimas
Eu desejo por ti minha outrora amada
Além... os véus da escuridão perdida
Onde agora tuas rosas estão embrulhadas no crepúsculo
Sombria feiticeira
Eu sofro tuas noites de lua cheia
Transgrida minha escuridão indesejada
Lágrimas... fluindo através de teus sonhos
Sombria feiticeira
A sétima lua cheia ascende
Eu afogo em obscuros e sombrios rios
Chame por todos os meus sonhos
Como rosas na sua epígrafe
Escritas em minhas lágrimas
Teu sofrimento e meu coração sangrante
Ela vem tão serena
Minha beleza caída coroada com folhas
Leve-me ao teu sonho
Tua vela irá para sempre queimar em mim...

domingo, 28 de setembro de 2008

Tristania - December Elegy (tradução)

Deva tu carregar-me para o mar
Como folhas de outono... Paraíso decaído
Selvagem é o inverno prevalecente interior
Eu caio por ti... sofrimento suplicando a mim
Faz-me deixar o paraíso

Eu encontro tuas purezas alvas de neve
Onde uma vez eu morri... chorando por ti
A eternidade parece a luta ascendente interior
Caindo por ti...
Escuridão me confundindo
Faz-me deixar a vida

Criando minha aflição
Descendo com asas quebradas
Noite do solstício de inverno interior
Absorvida pela vida... como mil lágrimas congeladas
Venha derreter o gelo... maio...

domingo, 21 de setembro de 2008

Tristania - ...Of Ruins And A Red Nightfall (tradução)

A vida ganha uma dor intensa
Para ascender em mim uma vez mais
O sofrimento que bate através da luz radiante
Um quitus que conquistou teus olhos
A decadência da vida
Ódio ofensivo ofusca através dos olhos
De nossa existência, por mil vezes
Até aqui, um combate empatado, como num devaneio
Ascendendo
Na vida, mirramos como a glória que se vai nos
Ventos de inverno
Contemple além
De um destino enevoado
Parado desde o passado
Envolva minha ira em tua profecia
Quem sabe sonhar...
o dia da ira, imploro-te
Encontre um refúgio à vida
Quem sabe sonhar...
o dia da ira, imploro-te
Permita que a luz do dia banhe teus véus
Convoque os ventos de inverno ao qual eu possa caminhar
Adentre as clareiras da manhã
De um desejo de morte destruído
Convoque a luz das estrelas, brilho ao qual possa se enfurecer
Adentre esta triste ilusão
Clame por ti sem presunção
Quem sabe em sonhos você seja minha rainha dançante
Encontre um refúgio à vida
Quem sabe sonhar...
o dia da ira, imploro-te
Permita que a luz do dia banhe teus véus
Um golpe de angina
Encantado pela noite e as clareiras de tua vertente
Uma estrela de furor liberto através dos céus
Me conceda tuas visões...
legue-me a vida
Através de tempos saudosos...
num caminho de indignidade
Sem um intenso ardor...
o último circuito desta vida, eu abandono

domingo, 14 de setembro de 2008

Lost (tradução)Tristania

Difícil... Sou mais difícil do que a vida que vivi

Forte... Sou mais forte que a dor que você me traz

Estou perdido... Tão perdido


O mundo que você está

A vida que você vive

Eu vejo as mentiras

O lado negro dos sorrisos que você dá


Sou um

Sou qualquer um que você gostaria que eu fosse

Eu fui

Quando quer que você gostaria de estar livre


Velho... Sou mais velho que os anos que vivi

Frio... Sou mais frio que o sorriso que você da

Minha vida tem sido os sonhos que você diz que eu vivo

Por quanto tempo você estará perdida, minha querida

Quando você irá ceder?

Bird (tradução)Tristania

Um empurrão amigável
No penhasco - é o que preciso
Uma mudança repentina
Ou um sorriso
Pode me fazer sentir vivo
Qualquer coisa para desaparecer com a ignorância

Tem um buraco em meu peito
Onde meu coração costumava estar
Se você está procurando por vazio
Sou o que precisa
Frio e obscuro e pior ainda
As vezes a vida é uma maldição

Minha aparência cinzenta
Minha pele branca como a neve
Isolamento perfeito
Desvio de tempo
Meus anos de asilo
Irão acabar em silêncio
Sem lágrimas

Toda ilusão perdida
Toda as cores desapareceram
Uma dor sem nexo
Transparente
Imperfeição
Caindo
Como um gavião ao chão
Deixando nenhum traço de vida
Musica, como o meu barco desembarcando
Através da janela
Da rua
Divina
Adeus

Não deixe marcas
Sobre minha pele
Sono sem sonho
As paredes do convento pegando fogo

Adeus

Sonhos e traição - de mãos dadas
Desabando numa terra maravilhosa de drogas
Incapaz de se mexer ou falar
Incapaz de se preocupar...

Alguém bate em minha porta
Alguém - eu acho que já vi antes
Estou tremendo, balançando e emocionado
Eu queria ser um pássaro

Opus Relinque (tradução) Tristania

Desafie meu próprio mundo ao caos
Os pensamentos à mente
assentam bem em meus arque inimigos
Da pele às visões dos dentes...
aparece-me no vermelho
Lavando minhas feridas com seu cuspe
Para baixo na inssensibilidade que está crescendo
Arrastado uma vez para baixo
dentro de um raio de luz
Pele aos dentes...
que rasgam separando-me por dentro
Envenenado com vinho do doente
Silencioso ao adormecer com os fantasmas
Deixe o fogo engolir-me
Sangrento renascimento..
Sangrento e divino renascimento..
Agora suas caras que enfrentam me
Como máscaras transparentes
Eu sou enfunerado
a todas as temidas almas mortas
Reivindicar a terra
onde os anjos temem para pisar
Eu sou tortura disfarçada
Nomeado pelo homem
Todas as almas temem...
Todas temem ...
Eles ainda me perturbam....
Ainda assombram...
enquanto o sossego é queimado
A idade da lembrança...
da inocencia perdida
Dançe no fogo comigo
deixe-me ser
o mais silencioso dos mártires.

Tristania - Aphellion (tradução)

Ansiando pela glória de outrora
Em elísios devaneios
Queima com um brilho fatal
Um confuso espelho de almas
Dança com os ventos gelados
Em tuas visões tão sanguinárias
Espia pelas margens do Estígio
Onde jaz escondido um pálido segredo

Ouve com atenção...
Os chamados sedutores da sereia
Anseie pelos dias em que alegre tu eras

Ligado por juramento a um segredo
Um devoto do arcano
Lamentando uma vida contigo
Um descendente do aquoso angênteo
Transe de tua fragilidade
Atura o anêmico
Olhar para além das pálpebras fechadas:
o enigma de todos os mistérios

Cruzando na vida... meu coração
que brilha de tempos em tempos...
Eu estou fraco, muito fraco...

Um ciclo celeste vazio e sem vida
Tristeza ofuscante
És precioso para mim, Afélio
Teus são os campos onde definhamos quietos
Exaustos no teu mundo lívido
Meu Afélio
Em um espelho quebrado
Onde os véus da noite e do dia se parecem um só
Possam tuas pálpebras se reunirem novamente
em uma vasta e frágil cruzada
Avigoramento de dor impregnam este tempo

sábado, 13 de setembro de 2008

Tristania - A Sequel Of Decay (tradução)

Em meio à decadência eu tomo-te pela mão
és muito fraco... para merecer a Terra Prometida
és muito fraco... para amenizarmos sua dor
és muito fraco... em conseqüência de sua decadência

Talvez os milênios reúnam tudo isso
numa imagem de almas desoladas
que estão longe, entre nós, morrendo, feridas
Só então eu comecei a raciocinar
Nas horas em que um grande desapontamento
caiu sobre ti... Decadência

Um anjo perdido bateu à minha porta,
tão frágil e desconsolado,
para lamentar seus dias de outrora
minha decadência vem chegando

Sua chaga e lágrimas caem sobre meu chão
(Veja) a dor que ela causa
Devota de uma vida adiante de sua época
em meio à decadência ela chega

Talvez tua alma esteja em um mar de esmeraldas
esperando solitária
Achaste que tua dor se acalmara,
a vida se parece um frágil santuário

The Modern End (tradução)Tristania

Ângulos da câmera
Decadência de um mundo moribundo
Palitos de fósforo
Longos corredores escuros
Eles têm o desejo de morrer jovens

Inscrição azul profundo

Carrosséis e fogos de artifício
Roda-gigante
estão girando na cidade do arco
Eles sabem que dormiram tanto tempo?
Eles conhecem o gosto da língua deles?
Eles sabem que estão presos?

Vamos celebrar o fim moderno
Deixe o mundo começar outra vez
Comemore o homem do renascimento

domingo, 10 de agosto de 2008

Tristania - Mercyside(tradução)

Você pode me odiar por
Todas as coisas que faço
Você deveria deixar meu coração ir
Ao que quer que você decida fazer

Você pode me fazer sangrar
Você pode me fazer chorar
Você pode me fazer cair
Você pode me fazer viver ou morrer

E eu me perguntarei como
E você se perguntará porque
E você se perguntará porque

Por anos o mundo tem tido
Quedas separadas
Como a dinamite seria
A superfície está inchada
Fria
Porém debaixo, o sangue sempre ferve

Está ficando pesada
Ficando pior agora
A cada dia

Estamos ficando frios
Cavando mais profundamente
Em minha mente

Está ficando pesado
Ficando pior agora
A cada dia

Estamos ficando frios
Cavando mais profundamente
Em minha mente

Você riu
Mas seu sorriso nunca alcançou seus olhos
Você chora
Mas seus olhos nunca derramaram lágrimas

E me pergunto como

Você riu e você
Soltou seus cabelos

Existem coisas para fazer
Coisas que nós nunca devemos dizer

A superfície está inchando
Fria
Mas debaixo, o sangue sempre ferve

Está ficando pesado
Ficando pior agora
A cada dia

Estamos ficando frios
Cavando mais profundamente
Em minha mente

Nomeie-me
Escolha-me
Culpe-me
Toda vez que você ilumina
Seus dedos
Eu não sou o que eu decido

Está ficando pesado
Ficando pior agora
A cada dia
Estamos ficando frios
Cavando mais profundamente
Em minha mente

My Lost Lenore (tradução)Tristania

Por tua promessa lamentada
Pelos seus olhos de rapina
Pela sua beleza e um nascer do sol escarlate
Possa teu rio sepultar suas lágrimas prateadas
Um anjo caído...
Conservado como relíquia em mares enluarados

Deixando a vitalidade
Tão serena cria-se minha escuridão
Suplicando ventos de inverno
Ainda que eu parta... eu abraço a ti

Noite de inverno
Oculte tua preciosa sabedoria angelical
Eu segrego minha alma
Sob tuas asas do sofrimento
Escuridão eu abraço teus olhos
Viagem perdida no estreito caminho da vida
Eu revelo meu coração
Para esta beleza vestida de preto

Angustiantes olhos de rapina
Cai adormecido com o nascer do sol
Deleitável brisa de solstício de verão
Ainda que eu parta... eu espero por ti

Conceda-me tua última brisa de solstício de verão
Possa tu erguer-se do sono eterno
... minha paixão
Dance comigo sob teus mares enluarados
Espiando ansiosamente dentro do abismo
Uma fria e exaustiva noite

Noite de inverno
Descendo-me como flocos de neve
Eu abraço o frio
Por uma vida tão seguinte
Escuridão eu abraço teu coração
Viajante perdido além dos véus da madrugada
Eu oculto tua perda
Encantado em vida ainda silencioso eu lamento
Minha Lenore perdida...

domingo, 6 de julho de 2008

Tristania - Cease To Exist (tradução)

Um sopro de vida aveludado
Encanta o jardim do deleite
A voz dela dentro desses ventos
A flor tão serena
Sua fria e silenciosa lamúria
Descendo como chuva de solstício de verão
Sepulta meu coração no teu
Um gosto do vinho do paraíso
Sob um brilho de lua cheia
Ela vem com vestidos flutuando vastamente
Com lábios como sangue de Fauno
Encantadores olhos do amanhecer
Ao redor da lua ela observa
Uma estrela solitária decai sua face
Por tudo o que ela perdeu em vida
Sepultada tão profundamente dentro Folhas...
Dançam em seu precioso éden
Onde ela jaz profundamente
A perda dela na vida esculpida
No crepúsculo e lágrimas de anjo
Ilumine a noite dentro de mim
Guie-me até lá
Onde meu coração jaz sepultado
Sob os sete mares…

domingo, 27 de abril de 2008

Equilibrium (tradução) Tristania

Esta é a dança mais lenta
A dança de mil anos
A dança das estátuas congeladas
Que apegam-se juntas nas lágrimas

Esta é a luta a mais escura
A luta de mil anos
Triturando o sangue
Através de nossas veias
Em nossas veias
Em nossos olhos
Os círculos do medo

Eu apego-me a você
Tão frio, tão brilhante
Apegue-se a mim com a noite

Faces imóveis
Paradas na inutilidade
Na pálida tristeza
Eu me agarro a você
Na pálida tristeza
Eu estou seguro e calmo

Eu nado em você
Em seus rios escuros
Mergulho em sua mente
Procuro por seus monstros
Procuro por resistência
Afundo na lama
Danço nos salões da insanidade
Contudo, a loucura é
Sua ação mais elevada,
Sua vaidade

Amante - você me fêz
Amante - você salvou-me
Em suas mãos frias
Eu sou apenas uma ferramenta

Amante - você me fêz
Amante - você salvou-me
Em suas mãos que frias
Eu estou seguro e calmo