"Às vezes é preciso diminuir a barulheira,
parar de fazer perguntas, parar de imaginar respostas,
aquietar um pouco a vida para simplesmente
deixar o coração nos contar o que sabe.
E ele conta.
Com a calma e a clareza que tem. "
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Anathema - Summernight Horizon (tradução)
À luz do luar
No abraço pálido da luz da lua
Conhecemos o espaço entre nós
O espaço entre nós
Luz dos sonhos
A luz do sonho vem em ondas
(As ondas dentro de nós)
Para conhecer o espaço dentro de nós
O espaço dentro de nós
Nos céus vermelhos como sangue
A mente alça vôo (o céu está caindo)
Oceanos subem
Mundos colidem
Para conhecer o espaço entre nós
O espaço entre nós
Voar
Em um sonho tão alto
Sentir tão vivo
O mundo é como uma jóia nos seus olhos
Uma vida
Sinta-a
À luz do luar
No abraço pálido da luz da lua
Abrace o sentimento
Não há espaço entre nós
Nenhum espaço entre nós
Nos céus vermelhos como sangue
As lágrimas secam (o céu está caindo)
Não há espaço entre nós
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Se...
Se das coisas me separo
e me perco, escapo;
Se os dias não conto,
não meço ou separo;
Se das horas, minutos,
os segundos, descarto
É que o sorriso é lento
e o horror, muito rápido.
e me perco, escapo;
Se os dias não conto,
não meço ou separo;
Se das horas, minutos,
os segundos, descarto
É que o sorriso é lento
e o horror, muito rápido.
Dez de Agosto
Até todas as lágrimas secarem
sem ter o sonho rendido
Até todas as cicatrizes sararem
sem ter o coração partido
Até todos os medos calarem
sem ter o receio escondido
Até lá eu espero ser mais
e não apenas um outro perdido...
sem ter o sonho rendido
Até todas as cicatrizes sararem
sem ter o coração partido
Até todos os medos calarem
sem ter o receio escondido
Até lá eu espero ser mais
e não apenas um outro perdido...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Benjamin - Como é que a Solidão Hei-de Ir Medindo?
Como é que a solidão hei-de ir medindo?
desse-me os golpes de uso inda esta dor
um a um sua nudez a sobrepor
que o ritmo sem nome a foi vestindo
mas sofro agora o tempo nu saindo
numa levada sem nenhum teor
gasto caudal do meu rio interior
nem chora o peito por mais gritos vindo
Quando é que é novo ano na amargura
quando volto a chegar-me à desventura
que me faz falta em ocos dias vis.
ah quando é que arde escura em cores febris
à testa do ano como a vi na altura
do agosto em chamas funda cicatriz?
desse-me os golpes de uso inda esta dor
um a um sua nudez a sobrepor
que o ritmo sem nome a foi vestindo
mas sofro agora o tempo nu saindo
numa levada sem nenhum teor
gasto caudal do meu rio interior
nem chora o peito por mais gritos vindo
Quando é que é novo ano na amargura
quando volto a chegar-me à desventura
que me faz falta em ocos dias vis.
ah quando é que arde escura em cores febris
à testa do ano como a vi na altura
do agosto em chamas funda cicatriz?
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