não me roubem a capacidade de encanto..."
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Ana Jácomo - citação
" Que as dificuldades que eu enfrentar ao longo do caminho
não me roubem a capacidade de encanto..."
não me roubem a capacidade de encanto..."
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Within Temptation - Hand of Sorrow (tradução)
A criança sem nome cresceu para ser a mão
Para te vigiar, para te proteger ou matar por necessidade
A escolha que ele faria ele poderia não compreender
Seu sangue, um terrível segredo, eles tiveram que controlar
Ele está divido entre sua honra e o verdadeiro amor de sua vida
Ele orou por ambos, mas foi negado
Muitos sonhos foram despedaçados e muito foi sacrificado
Foi digno ter que deixar para trás os únicos que amamos?
Muitos anos passaram, quem é o nobre e o sábio?
Todos os nossos pecados serão justificados?
A maldição do seu poder atormentou sua vida
Obedecer à coroa foi um preço sinistro
Sua alma foi torturada pelo amor e pela dor
Ele certamente queria fugir, mas o juramento o fez ficar
Ele está divido entre sua honra e o verdadeiro amor de sua vida
Ele orou por ambos, mas foi negado
Muitos sonhos foram despedaçados e muito foi sacrificado
Foi digno ter que deixar para trás os únicos que amamos?
Muitos anos passaram, quem é o nobre e o sábio?
Todos os nossos pecados serão justificados?
Por favor me perdoe pelo sofrimento, por deixá-lo no medo
Pelos sonhos que tivemos que silenciar, que é tudo o que eles sempre serão
Ainda serei a mão que servirá você
Apesar de que você nunca verá que sou eu
Muitos sonhos foram despedaçados e muito foi sacrificado
Foi digno ter que deixar para trás os únicos que amamos?
Muitos anos passaram, quem é o nobre e o sábio?
Todos os nossos pecados serão justificados?
Para te vigiar, para te proteger ou matar por necessidade
A escolha que ele faria ele poderia não compreender
Seu sangue, um terrível segredo, eles tiveram que controlar
Ele está divido entre sua honra e o verdadeiro amor de sua vida
Ele orou por ambos, mas foi negado
Muitos sonhos foram despedaçados e muito foi sacrificado
Foi digno ter que deixar para trás os únicos que amamos?
Muitos anos passaram, quem é o nobre e o sábio?
Todos os nossos pecados serão justificados?
A maldição do seu poder atormentou sua vida
Obedecer à coroa foi um preço sinistro
Sua alma foi torturada pelo amor e pela dor
Ele certamente queria fugir, mas o juramento o fez ficar
Ele está divido entre sua honra e o verdadeiro amor de sua vida
Ele orou por ambos, mas foi negado
Muitos sonhos foram despedaçados e muito foi sacrificado
Foi digno ter que deixar para trás os únicos que amamos?
Muitos anos passaram, quem é o nobre e o sábio?
Todos os nossos pecados serão justificados?
Por favor me perdoe pelo sofrimento, por deixá-lo no medo
Pelos sonhos que tivemos que silenciar, que é tudo o que eles sempre serão
Ainda serei a mão que servirá você
Apesar de que você nunca verá que sou eu
Muitos sonhos foram despedaçados e muito foi sacrificado
Foi digno ter que deixar para trás os únicos que amamos?
Muitos anos passaram, quem é o nobre e o sábio?
Todos os nossos pecados serão justificados?
Cegos para o fim
Tão breve e frágil és
e te achas tão imponente,especial
daí te esbarras na verdade:
cilada que outro lhe revelaste,
Então,sombrio, se questiona:
Por que não eu?
E, a ti mesmo respondes:
Eu? Eu, não!
E voltas logo ao teu mundinho
sem pensar no teu caminho,
os teus dias se esvaem
ignorando teu destino.
J.A.Cabral 02/12
e te achas tão imponente,especial
daí te esbarras na verdade:
cilada que outro lhe revelaste,
Então,sombrio, se questiona:
Por que não eu?
E, a ti mesmo respondes:
Eu? Eu, não!
E voltas logo ao teu mundinho
sem pensar no teu caminho,
os teus dias se esvaem
ignorando teu destino.
J.A.Cabral 02/12
Fernando Pessoa - Livro do Desassossego
Fragmentos 80 Intervalo Doloroso |
Entre mim e a vida há um vidro ténue. Por mais nitidamente que eu veja e compreenda a vida, eu não posso lhe tocar.
Raciocinar a minha tristeza? Para quê, se o raciocínio é um esforço? e quem é triste não pode esforçar-se. Nem mesmo abdico daqueles gestos banais da vida de que eu tanto quereria abdicar. Abdicar é um esforço, e eu não possuo o de alma com que esforçar-me.
(...)
Sou tão inerte, tão pobrezinho, tão falho de gestos e actos.
Por mais que por mim me embrenhe, todos os atalhos do meu sonho vão dar a clareiras de angústia.
Mesmo eu , o que sonha tanto, tenho intervalos em que o sonho me foge. Então as coisas aparecem-me nítidas. Esvai-se a névoa de quem me cerco. E todas as arestas visíveis ferem a carne da minha alma. Todas as durezas olhadas me magoam o conhêce-las durezas. Todos os pesos visíveis de objectos me pesam por a alma dentro.
A minha vida é como se me batessem com ela."
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