sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Epica - Dance of Fate(tradução)

Quando a Escuridão reinar e cegar a todos nós
Quando a Escuridão reinar e cegar a todos nós
Devoção irá nos cegar se nós não tombarmos

Não podemos dizer quando a manhã virá
Existe uma escolha para viver outro dia?
É difícil encontrar uma nova direção em sua vida frágil

O tempo precioso de sua existência está para chegar
Não jogue fora sua vida enganando o tempo
Placebos açucarados apenas enganam a mente

Agora eu quero a água para lavar todos os meus pecados
O vento para soprar pra longe meus pensamentos sem sentido
O fogo para consumir minha pele espessa

Quando a Escuridão reinar e cegar a todos nós
Devoção irá nos cegar se nós não tombarmos

Novas portas pandimus

O que é o espaço, o tipo de dança?
Não posso dizer quais passos devo tomar
Eu gostaria de partir, apenas fugir
Meus pés estão amarrados

Tão difícil encarar o ritmo do relógio
O que você acha; ele irá alguma vez parar?
Então, irei cair e não levantar?
Eu entendo tudo isso a passos largos

Agora eu quero a água para lavar todos os meus pecados
O vento para soprar pra longe meus pensamentos sem sentido
O fogo para consumir minha pele espessa

Tudo tem uma razão para acontecer
Não consegue dizer se são suas próprias palavras e
Todos têm que dançar sua dança como alguém
Não consegue se libertar do destino

Nós devemos abrir novas portas
E fechar aquelas que deixamos pra trás

Agora eu quero a água para lavar todos os meus pecados
O vento para soprar pra longe meus pensamentos sem sentido
O fogo para consumir minha pele espessa

Quando a Escuridão reinar e cegar a todos nós
Devoção irá nos cegar se nós não tombarmos

Novas portas pandimus, et post nos occludimus

sábado, 14 de novembro de 2009

Theatre Of Tragedy - Revolution(tradução)

A roda bate na terra com um toque vazio

Você somente continua a ouvir a terra
Voe com o vento - como uma revolução
O tempo pára, o que você vai dizer a sua mãe?

Nada foi dito em sua defesa
A vida é um remédio sagrado
Cara ou coroa, isso cabe a você

Conheça o seu destino em um abraço longo
Veja os escritos na parede
Corra dos seus atos
O tempo pára - eu estou voando

A vela fecha para o vento, arrisque
Não há retorno, a vida é um jogo de aposta
Desta vez, não vou jogar para ganhar
Preste atenção na armadilha, você vai logo cair

Me cure, você não iria curar meu coração ferido?
Deixe a mudança começar
Este dia, eu prometo que vou ficar
Eu ficarei e irei para o meu caminho

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Friedrich Nietzsche - Além do bem e do mal(pequenino fragmento)

“Quem combate monstruosidades deve cuidar para que não se torne um monstro. E se você olhar longamente para um abismo, o abismo também olha para dentro de você.”




domingo, 8 de novembro de 2009

Rosa Ignea - Silent Universe(tradução)

Se o céu pudesse se abrir para mim só por enquanto
E o véu dos mistérios da minha existência
Poderia ser podre antes da minha presença sem sentido

E se meus ouvidos pegassem os sons
Que vêm das estrelas e com meus olhos contemplar a beleza
De uma pequena parte do infinito

Se os meus pensamentos estavam em silêncio só por enquanto
Com a finalidade de ouvir a voz do silêncio
E a minha própria essência absorvida em sua verdadeira natureza

Se eu pudesse ir até o sol
Que sempre deu a luz para o meu universo interior
E tinha consciência da grandeza de ser pequeno

...E a ígnea rosa do meu coração
Poderia indicar a majestade do ser

sábado, 7 de novembro de 2009

Clarice Lispector - Paixão Segundo G.H (frag.)

Enfim, enfim quebrara-se realmente o meu invólucro, e sem limite eu era. Por não ser, era. Até ao fim daquilo que eu não era, eu era. O que não sou eu, eu sou. Tudo estará em mim, se eu não for; pois 'eu' é apenas um dos espasmos instantâneos do mundo.

Minha vida não tem sentido apenas humano, é muito maior - é tão maior que, em relação ao humano, não tem sentido. Da organização geral que era maior que eu, eu só havia até então percebido os fragmentos. Mas agora, eu era muito menos que humana - e só realizaria o meu destino especificamente humano se me entregasse, como estava me entregando, ao que já não era eu, ao que já é inumano.

E entregando-me com a confiança de pertencer ao desconhecido. Pois só posso rezar ao que não conheço. E só posso amar à evidência desconhecida das coisas, e só me posso agregar ao que desconheço. Só esta é que é uma entrega real.