sábado, 23 de agosto de 2008

Morte


Quando apago as luzes

ela vem conversar comigo...

Sua voz melancólica

Sussurando em meus ouvidos...

Doce pavor,

que me inbria a memória...

Morte lenta; porém

cautelosa...

Sonhos com ela?

Eu já nem os tenho mais...

Não durmo há dias

porém, tanto faz...

Pois sei que quando dormir

Será para sempre.

E pela escuridão, com a Morte

vagarei eternamente

Dormirei - um sonhpo negro

Cantarei a Canção mórbida

Nada espero, apenas rezo

pelo fim, mas sem demora.


(adaptação da Carta X de 08/08/06 p/ o Literarte)


J.A.Cabral 08.08

Um comentário:

Cornny Chang disse...

Ahhh!!!
Que poema showww! *-*
Tô vendo que voltou a ativa, né?
Quando der, dê uma visitinha no meu, tem poema novo. xD

Beijundas.
Feh*